O seu entendimento tem mudado de forma radical desde
o seu emprego inicial. Nos primeiros tempos após a publicação em 1758 e
aceitação generalizada da
O ponto de vista atual é mais amplo. Hoje admite-se
que em cada sp encontremos amplitude para a diversificação genética; inclusive
é aceitável que ao longo do tempo, uma espécie vá mudando gradualmente, adaptando-se
ao meio ambiente, a medida que as estirpes genéticas de mais êxitos sobreponham
as menos favoráveis ou que sejam adequadas para um determinado habitat. A sp
evoluída é difícil de descrever.
Os primeiros zoólogos durante muito tempo
acreditavamque o único modo de
descreverem espécies era incluí-las em um grupo “arbitrário”, quer dizer, como
um conjunto de organismos que segundo o juízo de um especialista competente
deveriam assim estar reunidos. Não obstante, incluso desde o princípio, o
especialista não deveria ser demasiado arbitrário. Se as formas jovens fossem
colocadas em distintas espécies das dos adultos embora com aspecto morfológico e
comportamento distinto; outros zoólogos não aceitariam seu juízo como válido.
Macho e fêmea ainda que fossem diferentes em certos aspectos morfológicos;
também deveriam ser considerados da mesma espécie.
Por outro lado, os biólogos modernos estão mais
convencidos de que é melhor considerar a espécie como uma população de
organismos que se cruzam, ou que podem fazê-lo livremente, ainda que,outras características sejam também
importantes.
A unidade básica da classificação biológica é a espécie. Podemos dizer que uma espécie é um grupo de indivíduosque, tendo muitascaracterísticas em comum e diferindo de outros grupos em um ou mais aspectos, são férteis entre si e produzem descendentes férteis. Via de regra, indivíduos de espécies diferentes não se cruzam, embora ocasionalmente, se produzam híbridos entre espécies.
Bibliografia sugerida
BARNES, R. Zoologia
de Invertebrados 4. Ed. São Paulo :
Roca , 1984.
BRUSCA, R. &
BRUSCA, G.J. Invertebrates
DORIT,R.; WALKER Jr
W. F. & BARNES, R. D. Zoology
RUPPERT, E. E.
& BARNES, R. D. Invertebrate Zoology 6.
Ed.
BARNES, R.S.K.;
CALOW,P.; OLIVE, P.J.W. & GOLDING, D.W.The
invertebrates : a new synthesis
MEGLITSCH, P. A . Zoologia de Invertebrados Madrid
: H. Blume, 1972
Papavero,
N. (ed.) Fundamentos Práticos de Taxonomia Zoológica 2.ed. São Paulo :
Editora da Universidade Estadual Paulista, 1994.







